Arquivo Mensal: Outubro 2016

  1. O que um bom teste genético deve conter

     

    A revolução tecnológica invadiu todas as vertentes de nossas vidas. Há novidades repletas de tecnologias nos mais diversos ambientes, como dentro de nossa casa, no modo em que nos locomovemos, nos comunicamos e até mesmo nos alimentamos, por exemplo. Se atualmente tudo evolui de maneira incrível, porque na medicina teria que ser diferente?

    Essa revolução da tecnologia também chegou à área médica. Embora muitas pessoas ainda desconheçam, hoje existem testes genéticos no mercado que são capazes de diagnosticar uma série de patologias, prever a possibilidade de uma pessoa desenvolver determinada doença e até mesmo saber se um medicamento terá uma boa resposta no organismo de determinada pessoa. É a tecnologia trabalhando em prol da saúde.

    Afinal, o que é um teste genético?

    O teste genético

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  2. Genética para diagnóstico clínico

    Teste genético para diagnóstico clínico: usar ou não usar?

    Na rotina clínica os mais diversos exames são solicitados, seja para ajudar no diagnóstico de uma doença específica ou para fazer o check-up do paciente. Hemograma, leucograma, Raio X, ultrassom, dentre outros inúmeros procedimentos, ajudam o médico na avaliação. Muitas vezes, eles possibilitam o diagnóstico precoce, o que permite o tratamento do paciente ainda quando os sintomas não apareceram. Porém, há um teste disponível no Brasil e que poderia colaborar ainda mais para que as doenças fossem tratadas ou evitadas com mais especificidade: o teste genético.

    Embora ainda não seja solicitado com tanta frequência, a utilização do teste genético torna possível adotar medidas que inibam o aparecimento da doença

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