Arquivo Mensal: Junho 2018

  1. Novo aliado na batalha contra a depressão

    Como todos os médicos sabem, o folato, também, conhecido como vitamina B9, é famoso por ser uma das 13 vitaminas essenciais para o corpo. O que pode passar despercebido por muitos, no entanto, é que um dos derivados do folato, chamado L-metilfolato, é, na verdade, a forma ativa da vitamina.

    Um dos papéis cruciais desempenhados pelo L-metilfolato é regular a síntese de três monoaminas neurotransmissoras centrais: a serotonina, a dopamina e a norepinefrina.

    As duas formas de folato

    O ácido fólico é a forma sintética do folato vitamina e está presente em alimentos enriquecidos artificialmente como pães, farinhas, complexos vitamínicos de toda qualidade, também como em vitaminas prescritas pelos profissionais da saúde.

    O

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  2. Maior estudo sobre farmacogenética reforça importância do teste

    No dia 5 de maio do corrente ano, durante o APA Annual Meeting (Encontro Anual da Associação Americana de Psiquiatria), foi apresentado o maior estudo clínico randomizado controlado já realizado com testes farmacogenéticos em todos os tempos. O estudo demonstrou que o uso de testes farmacogenéticos no tratamento de  pacientes diagnosticados com depressão refratária aumentou as taxas de remissão em 50% em relação ao tratamento comum no período de oito semanas.

    Após 24 semanas, a taxa de remissão dobrou em comparação com as oito semanas anteriores, aumentando em 30%.

    Liderado pelos Drs. Sagar Parikh e John Greden, da Universidade de Michigan, o estudo foi realizado com 1.167 mil voluntários em 60 locais de estudos, incluindo 20 grandes instituições acadêmicas. Os critérios para

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  3. Parkinson: estudo acredita que distúrbio pode ter início fora do cérebro

    Um estudo sobre mal de Parkinson, publicado na revista Brain e liderado pelos doutores Richard Smeyner e Elena Kozina, acredita que o distúrbio pode ter início fora do cérebro.

    De acordo com a publicação, Smeyner e Kozina analisavam uma versão do gene mutante LRRK2 - o mais comum em pessoas diagnosticadas com Parkinson - e perceberam que o gene não era o suficiente para causar a doença. Seria necessário um "segundo golpe" para desenvolver a enfermidade.

    Baseados nisso, os doutores decidiram descobrir se o gene LRRK2 age fora do cérebro. Usando um rato de laboratório que possuía as duas mutações mais comuns do gene, eles aplicaram uma casca externa de uma bactéria que gera reações imunes, a lipopolissacarídeo (LPS). A LPS foi considerada perfeita para o teste por não conseguir entrar sozinha no cérebro. Dessa

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