Arquivo Mensal: Março 2019

  1. Como o câncer pode levar à depressão

    O diagnóstico de um câncer muitas vezes pode levar a um quadro de depressão. Isso porque o paciente com um tumor acaba percebendo a morte como algo mais próximo e muitas vezes têm dificuldade de encarar a situação com uma postura otimista. Como resultado, a depressão é o transtorno psiquiátrico mais comum em pacientes com câncer, ocorrendo entre 22% e 29% dos casos. Essa variabilidade pode estar associada ao local do tumor, estágio clínico, dor, funcionamento físico limitado e suporte social.

    Em razão de uma visão pessimista da sociedade, o paciente oncológico acredita que a cura é algo raro e de difícil alcance. Mesmo após a cura, existe um sentimento de vulnerabilidade de quem enfrentou o câncer. Isso porque existe a possibilidade de reincidência

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  2. Estudo descobre que gene afeta eficácia de anticoncepcionais

    Um estudo científico realizado nos Estados Unidos comprovou que uma a cada 20 mulheres possui um gene que impede que anticoncepcionais sejam eficazes. É a primeira vez que é comprovada a relação genética com casos em que mulheres engravidam mesmo tomando corretamente medicamentos contraceptivos. A pesquisa foi realizada na Escola de Medicina da Universidade do Colorado e publicada na revista Obstetrics and Gynecology.

    O levantamento foi feito com 350 mulheres que utilizavam implante contraceptivo. Ou seja, uma pequena haste de plástico colocada sob a pele do braço que libera o hormônio progestagênio, evitando a ovulação. Os pesquisadores analisaram o sequenciamento genético das participantes, observando seções do DNA relacionadas à regulação

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  3. Spravato: Novo fármaco da Johnson & Johnson combate a depressão

    O Spravato™, nova droga desenvolvida pela Johnson & Johnson, foi aprovado nos Estados Unidos pelas autoridades regulatórias. O medicamento é uma nova forma de combate à depressão à base de esketamina, analgésico de potencial alucinógeno. A droga tem aplicação via spray nasal e será destinada a pacientes de alto grau de depressão que não correspondam a outras formas de tratamento.

    O Spravato teve o registro confirmado depois de anos de testes. Sendo assim, a comunidade científica já apostava na esketamina como potencial solução no combate a depressão. Entretanto, o uso do medicamento será controlado.

    Segundo, matéria da

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  4. Mulheres com depressão: Por que a doença é mais comum no sexo feminino?

    Dia 8 de março é o Dia Internacional da Mulher e o mês costuma ser dedicado a relembrar a luta das mulheres na sociedade. Elas buscam há muito tempo igualdade de gênero e, na maioria das vezes, enfrentam jornada dupla para dar conta do trabalho e dos cuidados com a família. Devido a uma soma de fatores sociais e também biológicos, é mais comum encontrar mulheres com depressão do que homens.

    Estudos apontam que mulheres apresentam duas vezes mais a doença em comparação com os homens.  O risco de depressão é entre 10% e 25% para mulheres. Enquanto isso, entre os homens, o índice fica entre 5% a 12%.

    A diferença entre homens e mulheres com depressão começa a ser mais acentuada a partir dos 15 anos. Com a puberdade, a produção de hormônios sexuais e consequentemente acaba sendo um fator a mais na tendência à

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