Sistema Nervoso Central

  1. Mulheres com depressão: Por que a doença é mais comum no sexo feminino?

    Dia 8 de março é o Dia Internacional da Mulher e o mês costuma ser dedicado a relembrar a luta das mulheres na sociedade. Elas buscam há muito tempo igualdade de gênero e, na maioria das vezes, enfrentam jornada dupla para dar conta do trabalho e dos cuidados com a família. Devido a uma soma de fatores sociais e também biológicos, é mais comum encontrar mulheres com depressão do que homens.

    Estudos apontam que mulheres apresentam duas vezes mais a doença em comparação com os homens.  O risco de depressão é entre 10% e 25% para mulheres. Enquanto isso, entre os homens, o índice fica entre 5% a 12%.

    A diferença entre homens e mulheres com depressão começa a ser mais acentuada a partir dos 15 anos. Com a puberdade, a produção de hormônios

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  2. Não tá tudo bem, mas vai ficar: Série do Fantástico sobre Depressão, com Drauzio Varella

    No início de agosto estreou no Fantástico a série Não tá tudo bem, mas vai ficar, apresentada pelo médico Drauzio Varella. Durante todo o mês, o transtorno depressivo será abordado trazendo diferentes perspectivas a cada domingo.

    De uma forma didática, Drauzio Varella explica como a depressão interfere na vida dos pacientes e suas famílias. As reportagens trazem depoimentos que mostram como qualquer pessoa está suscetível à doença.

     

    A dificuldade do diagnóstico da depressão

    A cantora Paula Fernandes é uma das entrevistadas. Ela compartilha como sofre com depressão desde os 15 anos e como o transtorno já interferiu na sua carreira. O primeiro episódio de Não tá tudo

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  3. Depressão: Como lidar no dia a dia?

    O transtorno depressivo provoca uma vontade paralisada, necessidade de isolamento e pensamentos negativos persistentes. Como lidar com a depressão para vencer a doença e retomar as atividades diárias? Muitas vezes isso pode parecer um desafio, mas é com passos pequenos que o paciente consegue evoluir.

    Por mais que um primeiro passo para socializar ou fazer exercício físico seja difícil, são atitudes como essa que vão ajudar a pessoa com depressão a se recuperar. Após procurar ajuda profissional de um psiquiatra, confira algumas dicas para lidar com a depressão no dia a dia:

     

    1. Busque o apoio de amigos e família

    A própria doença gera a sensação de solidão e vontade

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  4. Depressão: Contato com a natureza na infância reduz casos do transtorno

    As chances de ter depressão diminuem se, durante a infância, a pessoa tem contato com a natureza. Duas pesquisas foram realizadas no intuito de levantar dados para provar essa tese.

    Uma delas foi feita na Dinamarca, estudando a relação de espaços verdes em torno de lares de um milhão de crianças.  Outro estudo foi realizado na Espanha, no Instituto Barcelona para a Saúde Global (ISGlobal), com mais de 3.500 entrevistados.

    Tanto passeios no parque quanto brincar no quintal podem ser fatores que contribuem para a saúde mental na fase adulta.

     

    Contato com a natureza reduza em 55% o risco doenças como depressão

    Na Dinamarca, uma pesquisa buscou quantificar os benefícios das áreas

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  5. A diferença entre psicólogo e psiquiatra no tratamento para depressão

    A depressão é um transtorno psicológico que pode ser tratado por psicólogos e psiquiatras. Aproveitando o mês do Dia do Psiquiatra (13/8) e Dia do Psicólogo (27/8), vamos falar do papel de cada profissional durante o tratamento e de sua importância.

    O transtorno depressivo passou a ser uma pauta mais comentada recentemente e ainda envolve muitos tabus. Com isso, ainda existem preconceitos a respeito do trabalho psicólogo e o psiquiatra.

    Infelizmente, o estigma a respeito da doença impede muitas pessoas de buscarem ajuda e tratamento. Portanto, a informação sobre o tema é tão relevante para que seja possível superar as barreiras em relação à saúde mental.

    É possível tratar a depressão

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  6. Qual a importância do teste genético no combate à depressão?

    O teste genético pode ser uma peça importante no combate à depressão, possibilitando um tratamento mais assertivo e seguro. Até então, os médicos estavam acostumados a prescrever medicamentos baseados nas características do paciente como idade, função renal, função hepática, interação entre medicamentos e preferências do paciente. Porém, a prescrição de forma empírica está perdendo espaço.

    É neste cenário que entra o teste farmacogenético. O exame oferece ao médico um compilado de características genéticas do paciente para escolhas de medicação e doses baseadas em evidências científicas.

    Como as particularidades genéticas afetam no tratamento da depressão

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  7. O papel dos amigos no combate à depressão

    Dia 20 de julho comemora-se o Dia do Amigo! A data é uma oportunidade para ressaltar a importância da amizade até mesmo para combater transtornos mentais. Assim como os amigos podem fazer toda a diferença durante o tratamento para depressão, a falta de uma rede de apoio pode representar um risco maior de desenvolver a doença.

    "Ter uma boa rede social pode ser uma forma de combater a depressão", diz Thomas House, pesquisador britânico que aborda o tema. Em um de seus estudos, House entrevistou dois mil adolescentes para testar a teoria de que o estado de ânimo poderia ser contagioso entre os adolescentes.

    A pesquisa não só refutou a hipótese, como mostrou que a presença de amigos equilibrados pode reduzir a probabilidade de se desenvolver depressão. Além disso, a rede de amigos pode duplicar as chances de cura do

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  8. Depressão Infantil e a importância da prevenção do transtorno ainda na infância

    A depressão infantil está relacionada, na maioria das vezes, com a relação da criança com os demais. Portanto, o meio familiar e escolar são essenciais para dar suporte e identificar quando é preciso buscar ajuda psicológica.

    Por exemplo, se a criança vê sua mãe sorrir, ela se sentirá querida e reconhecida, estabelecendo uma reação de confiança com a figura materna para identificar o que sente. Porém, se a mãe estiver sempre chateada ou deprimida, a criança vai construir uma imagem de si mesma onde só cobrirá as expectativas impostas a ela, alheias aos sentimentos, pensamentos e desejos próprios.

    Portanto, é essencial que os familiares busquem construir uma relação positiva, afetiva e de confiança com os filhos.  Assim, com estímulo e motivação,

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  9. Billie Eilish e depressão: Cantora participa de campanha sobre saúde mental

    Billie Eilish falou sobre saúde mental e como tem enfrentado a depressão em uma nova campanha norte-americana da Ad Council. A cantora de 17 anos é classificada pela Rolling Stone como “a primeira hitmaker nascida neste século”. Portanto, uma figura como Billie Eilish falar sobre saúde mental com certeza influencia na conscientização dos jovens sobre a importância do tema.

    No vídeo, que está disponível no YouTube, a jovem admite que ainda está tentando aprender como ter certeza de que está “ok”. Além disso, ela reforça a importância de pedir ajuda e de perceber quando as pessoas ao redor precisam de apoio. “Não deveria te fazer se sentir fraco pedir ajuda para qualquer pessoa e você deveria conseguir pedir ajuda para

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  10. Obesidade Infantil: Crianças obesas têm 4 vezes mais chance de ter depressão

    A obesidade infantil tem aumentado nas últimas décadas e estudos apontam que crianças obesas têm mais chance de ter depressão. O dia 3 de junho é dedicado a Conscientização contra Obesidade Infantil e traz o tema para o debate. Além de estar associado a problemas de saúde, como doenças cardiovasculares, o excesso de peso representa um risco maior de desenvolver transtornos psicológicos.

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) tem alertado sobre os níveis alarmantes de obesidade infantil no mundo. De acordo com um relatório da Comissão para Acabar com a Obesidade Infantil, há pelo menos 41 milhões de crianças com menos de cinco anos que estão obesas ou acima do peso. Entre as recomendações da Comissão estão o incentivo à atividade física e combate ao sedentarismo entre crianças e adolescentes.

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