depressão

  1. Qual a importância do teste genético no combate à depressão?

    O teste genético pode ser uma peça importante no combate à depressão, possibilitando um tratamento mais assertivo e seguro. Até então, os médicos estavam acostumados a prescrever medicamentos baseados nas características do paciente como idade, função renal, função hepática, interação entre medicamentos e preferências do paciente. Porém, a prescrição de forma empírica está perdendo espaço.

    É neste cenário que entra o teste farmacogenético. O exame oferece ao médico um compilado de características genéticas do paciente para escolhas de medicação e doses baseadas em evidências científicas.

    Como as particularidades genéticas afetam no tratamento da depressão

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  2. O papel dos amigos no combate à depressão

    Dia 20 de julho comemora-se o Dia do Amigo! A data é uma oportunidade para ressaltar a importância da amizade até mesmo para combater transtornos mentais. Assim como os amigos podem fazer toda a diferença durante o tratamento para depressão, a falta de uma rede de apoio pode representar um risco maior de desenvolver a doença.

    "Ter uma boa rede social pode ser uma forma de combater a depressão", diz Thomas House, pesquisador britânico que aborda o tema. Em um de seus estudos, House entrevistou dois mil adolescentes para testar a teoria de que o estado de ânimo poderia ser contagioso entre os adolescentes.

    A pesquisa não só refutou a hipótese, como mostrou que a presença de amigos equilibrados pode reduzir a probabilidade de se desenvolver depressão. Além disso, a rede de amigos pode duplicar as chances de cura do

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  3. Billie Eilish e depressão: Cantora participa de campanha sobre saúde mental

    Billie Eilish falou sobre saúde mental e como tem enfrentado a depressão em uma nova campanha norte-americana da Ad Council. A cantora de 17 anos é classificada pela Rolling Stone como “a primeira hitmaker nascida neste século”. Portanto, uma figura como Billie Eilish falar sobre saúde mental com certeza influencia na conscientização dos jovens sobre a importância do tema.

    No vídeo, que está disponível no YouTube, a jovem admite que ainda está tentando aprender como ter certeza de que está “ok”. Além disso, ela reforça a importância de pedir ajuda e de perceber quando as pessoas ao redor precisam de apoio. “Não deveria te fazer se sentir fraco pedir ajuda para qualquer pessoa e você deveria conseguir pedir ajuda para

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  4. Obesidade Infantil: Crianças obesas têm 4 vezes mais chance de ter depressão

    A obesidade infantil tem aumentado nas últimas décadas e estudos apontam que crianças obesas têm mais chance de ter depressão. O dia 3 de junho é dedicado a Conscientização contra Obesidade Infantil e traz o tema para o debate. Além de estar associado a problemas de saúde, como doenças cardiovasculares, o excesso de peso representa um risco maior de desenvolver transtornos psicológicos.

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) tem alertado sobre os níveis alarmantes de obesidade infantil no mundo. De acordo com um relatório da Comissão para Acabar com a Obesidade Infantil, há pelo menos 41 milhões de crianças com menos de cinco anos que estão obesas ou acima do peso. Entre as recomendações da Comissão estão o incentivo à atividade física e combate ao sedentarismo entre crianças e adolescentes.

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  5. Depressão no trabalho: Precisamos falar de saúde mental nas empresas

    A depressão é a principal causa de incapacidade em todo o mundo. Segundo a OMS, estima-se que mais de 300 milhões de pessoas sofram com a doença. Como resultado, muitas vezes, o impacto da depressão também pode ser visto no trabalho.

    Neste dia 1º de maio, Dia do Trabalho, o tema não poderia deixar de ser pauta. O mundo de hoje é instável, com excesso de informações e exige pessoas multitarefas. Como resultado, deu origem a gerações mais angustiadas. Por exemplo, não há mais aquela busca por uma empresa em que se trabalharia a vida toda. Em contrapartida, existe muita liberdade de escolha, o que gera incertezas.

    Todo esse cenário ainda traz ambientes de trabalho competitivos, com maior pressão por resultados. Consequentemente,

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  6. Como os pais podem influenciar na depressão dos filhos

    Estudos mostram que pais com depressão podem influenciar no risco de problemas psicológicos dos filhos. As relações com a mãe e o pai são essenciais para o desenvolvimento das crianças. Sendo assim, quando essas figuras enfrentam uma instabilidade emocional, isso acaba refletindo nos filhos.

    A depressão materna contribui para diversos problemas de desenvolvimento na primeira infância. Por exemplo, prejudicando o funcionamento cognitivo, social e acadêmico. Como resultado, os filhos de mães depressivas são duas vezes mais propensos a desenvolver problemas de ajustamento, inclusive transtornos de humor.

    Em comparação com bebês de mães saudáveis, os filhos de mães que enfrentam a doença são mais nervosos,

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  7. Como o câncer pode levar à depressão

    O diagnóstico de um câncer muitas vezes pode levar a um quadro de depressão. Isso porque o paciente com um tumor acaba percebendo a morte como algo mais próximo e muitas vezes têm dificuldade de encarar a situação com uma postura otimista. Como resultado, a depressão é o transtorno psiquiátrico mais comum em pacientes com câncer, ocorrendo entre 22% e 29% dos casos. Essa variabilidade pode estar associada ao local do tumor, estágio clínico, dor, funcionamento físico limitado e suporte social.

    Em razão de uma visão pessimista da sociedade, o paciente oncológico acredita que a cura é algo raro e de difícil alcance. Mesmo após a cura, existe um sentimento de vulnerabilidade de quem enfrentou o câncer. Isso porque existe a possibilidade de reincidência

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  8. Tratar depressão após ataque cardíaco pode prevenir recorrência

    Uma pesquisa divulgada no JAMA Journal, dos Estados Unidos,  revelou que tratar a depressão após um ataque cardíaco pode ajudar a prevenir que os pacientes tenham outro episódio cardíaco com risco de vida no futuro.

    Qual a ligação da depressão com ataque cardíaco?

    A depressão não afeta apenas a clareza mental e humor, mas também coloca o corpo sob estresse, elevando a pressão arterial e os riscos para outro ataque cardíaco.

    A doença cardíaca e suas complicações ainda matam mais pessoas do que qualquer outra causa única de morte em todos os países do mundo, incluindo os EUA. As taxas de depressão são similarmente altas na América, com cerca

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  9. Maior estudo sobre farmacogenética reforça importância do teste

    No dia 5 de maio do corrente ano, durante o APA Annual Meeting (Encontro Anual da Associação Americana de Psiquiatria), foi apresentado o maior estudo clínico randomizado controlado já realizado com testes farmacogenéticos em todos os tempos. O estudo demonstrou que o uso de testes farmacogenéticos no tratamento de  pacientes diagnosticados com depressão refratária aumentou as taxas de remissão em 50% em relação ao tratamento comum no período de oito semanas.

    Após 24 semanas, a taxa de remissão dobrou em comparação com as oito semanas anteriores, aumentando em 30%.

    Liderado pelos Drs. Sagar Parikh e John Greden, da Universidade de Michigan, o estudo foi realizado com 1.167 mil voluntários em 60 locais de estudos, incluindo 20 grandes instituições acadêmicas. Os critérios para

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  10. 1/4 das Mães no Brasil podem ter depressão pós-parto diz estudo:

    De acordo com Mariza Theme que liderou um estudo juntamente com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Brasil uma a cada quatro mulheres sofrem de depressão pós-parto. Os principais sintomas são medo, culpa, irritabilidade, ansiedade, indisposição, tristeza, insônia, desânimo e, em casos mais extremos, a rejeição do bebê.

    Segundo o médico psiquiatra Guido Boabaid May, em entrevista ao site fofurites.com, a depressão pós-parto é uma doença que, quando não tratada, pode tornar-se crônica e incapacitar a mulher para cuidar de seu filho, além de trazer grande sofrimento para ela e seus familiares. “É causada por uma combinação de fatores: genéticos, ambientais, psicológicos, hormonais e neuroquímicos e deve ser diferenciada da tristeza pós-parto, que

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