distúrbios psiquiatricos

  1. Parkinson: estudo acredita que distúrbio pode ter início fora do cérebro

    Um estudo sobre mal de Parkinson, publicado na revista Brain e liderado pelos doutores Richard Smeyner e Elena Kozina, acredita que o distúrbio pode ter início fora do cérebro.

    De acordo com a publicação, Smeyner e Kozina analisavam uma versão do gene mutante LRRK2 - o mais comum em pessoas diagnosticadas com Parkinson - e perceberam que o gene não era o suficiente para causar a doença. Seria necessário um "segundo golpe" para desenvolver a enfermidade.

    Baseados nisso, os doutores decidiram descobrir se o gene LRRK2 age fora do cérebro. Usando um rato de laboratório que possuía as duas mutações mais comuns do gene, eles aplicaram uma casca externa de uma bactéria que gera reações imunes, a lipopolissacarídeo (LPS). A LPS foi considerada perfeita para o teste por não conseguir entrar sozinha no cérebro. Dessa

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  2. Polimorfismos dos genes CYP2D6 e CYP2C19

    Os distúrbios psiquiátricos, como a depressão, têm uma taxa de falha ao tratamento inicial, variando entre 30% e 50%, o que pode, em parte, ser atribuído aos efeitos adversos ou às diferentes concentrações das drogas utilizadas no plasma sanguíneo do paciente.

    Atualmente há um grande interesse na psiquiatria por biomarcadores, que podem ser medidos experimentalmente e indicam a ocorrência de uma determinada função normal ou patológica de um organismo ou uma resposta a um agente farmacológico. Eles auxiliam no prognóstico das possíveis respostas do medicamento ao tratamento, tendo em vista a importância clínica e socioeconômica do distúrbio depressivo, o longo período de tempo para se obter uma resposta aos agentes antidepressivos e a difícil abordagem da depressão resistente ao tratamento.

    Somente após

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