farmacogenética

  1. Depressão: uso de medicamentos ou tratamento com corrente elétrica?

    Existem inúmeras alternativas para melhorar os sintomas da depressão, um deles estava sendo cotado como promissor,  a técnica conhecida como  estimulação cerebral de corrente contínua (tDCS).

    Conforme  Dr. André Buroni, livre-docente do Departamento de Psiquiatria da FMUSP e diretor do Serviço de Neuromodulação Interdisciplinar do Instituto, este tratamento auxilia na estimulação cerebral utilizando-se da corrente contínua. O aparelho é colocado sobre o córtex dorsolateral pré-frontal do paciente, que é uma área que apresenta atividade diminuída em pessoas com depressão.

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  2. O mercado de Farmacogenética atingirá US$ 11.938 milhões até 2024

    O mais recente relatório de mercado publicado pela Credence Research, Inc. informa que o mercado global de farmacogenômica foi avaliado em US $ 7.167,6 milhões em 2015 e é esperado para atingir US $ 11.938 milhões até 2024, expandindo em um CAGR(Taxa de crescimento anual composta) de 5,6% no período.

    O teste farmacogenético analisa a resposta que o organismo de um paciente pode vir a ter em relação a uma série de medicamentos. Quando o resultado é emitido, o médico consegue utilizá-lo como ferramenta auxiliar para optar pelo fármaco mais adequado para o tratamento do seu paciente.

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  3. Estima-se que 30% dos pacientes com depressão não respondem a primeira alternativa

    Estima-se que 30% dos pacientes com depressão não respondem às drogas usadas como primeira alternativa. “Além disso, muitas pessoas apresentam efeitos colaterais intensos”, afirma o psiquiatra Luiz Henrique Dieckman, de São Paulo.

    A reportagem da IstoÉ entrevistou o baiano Antonio Abreu de 33 anos, que buscava alívio para a ansiedade. Foram várias tentativas, com diversos remédios

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  4. 1/4 das Mães no Brasil podem ter depressão pós-parto diz estudo:

    De acordo com Mariza Theme que liderou um estudo juntamente com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Brasil uma a cada quatro mulheres sofrem de depressão pós-parto. Os principais sintomas são medo, culpa, irritabilidade, ansiedade, indisposição, tristeza, insônia, desânimo e, em casos mais extremos, a rejeição do bebê.

    Segundo o médico psiquiatra Guido Boabaid May, em entrevista ao site fofurites.com, a depressão pós-parto é uma doença que, quando não tratada, pode tornar-se crônica e incapacitar a mulher para cuidar de seu filho, além de trazer grande sofrimento para ela e seus familiares. “É causada por uma combinação de fatores: genéticos, ambientais, psicológicos, hormonais e neuroquímicos e deve ser diferenciada da tristeza pós-parto, que

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  5. Quais medicamentos podem ser mais adequados para você?

    A maioria das pessoas aprendem com o tempo que um remédio é melhor do que outro, este tipo de variação pode acontecer com muitos medicamentos.

    Farmacêuticos, médicos e pesquisadores tentaram entender por décadas o motivo da mesma medicação com a mesma dose funcionar bem para umas pessoas e para outras não. A dosagem é outro fator que também pode gerar efeitos adversos para alguns pacientes.

    Existem inúmeros fatores que contribuem para essas diferenças, como idade, se está tomando outro medicamento, o bom funcionamento dos rins e se as pessoas são fumantes, por exemplo.

    Os genes influenciam na maneira como metabolizamos os medicamentos:

    Ao entender como as diferenças genéticas podem interagir nos mais distintos tratamentos, os médicos podem prescrever, de forma personalizada, a melhor medicação

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  6. Testes Preditivos x Testes Farmacogenéticos

    Engenheiros biomédicos, farmacêuticos de renome e médicos chamam o atual momento da medicina de “A mais nova revolução industrial”, isso devido ao fato de tecnologias da área da engenharia genética estar invadindo e consequentemente trabalhando de maneira conjunta com tecnologias da área médica. Toda essa união traz uma série de benefícios tanto para pacientes, quanto para médicos.

    Já existem uma série de doenças que podem ser diagnosticadas antes do seu aparecimento, através de tecnologias genéticas.

    A mesma tecnologia genética que está empregada para mostrar possíveis doenças futuras, também é utilizada para garantir a eficácia de um medicamento, potencializando as chances de um paciente vencer determinada doença que tanto o aflige e o preocupa.

    Diferenças

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  7. Tratamento Tradicional x Medicina Personalizada

    As variantes genéticas (também chamadas de polimorfismos genéticos) ocorrem em toda a população. Algumas variantes genéticas são benignas, ou seja, não produzem qualquer efeito negativo conhecido, e outras variantes podem ser associadas a doenças ou a resposta e metabolismo de medicamentos.

    Tratamento tradicional

    Ao iniciar o esquema farmacológico para tratar uma condição particular, os profissionais de saúde geralmente prescrevem um dos vários medicamentos disponíveis. As dosagens e tempo de resposta dos fármacos são baseados na taxa prevista de um paciente metabolizar normal/extensivo.

    Clinicamente, no entanto, cada pessoa reage de forma diferente para cada tratamento.  Quando o tratamento não atinge os efeitos esperados, o profissional de saúde,

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  8. Saiba quais os possíveis perfis de metabolização dos medicamentos analisados no Teste Farmacogenético

    Metabolizador normal

    As pessoas que possuem dois alelos normais ou tipo selvagem são denominadas de metabolizadores normais (67% da população), pois não apresentam variantes alélicas que possam alterar drasticamente a biotransformação dos fármacos. Para essas pessoas são recomendadas as doses padrões a serem usadas de cada medicamento, indicadas nas bulas dos mesmos. Assim prescritas, essas doses farão o efeito esperado em seu organismo. Nota-se que um indivíduo comumente é portador de alguns genes normais e outros genes com presença de variantes. Todas essas combinações são avaliadas pela GnTech para a elaboração dos laudos.

    Metabolizador pobre ou metabolizador lento

    Nesse caso, a pessoa é portadora de dois alelos com variantes que, geralmente, reduzem ou abolem a atividade da enzima (17% da

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  9. Polimorfismos dos genes CYP2D6 e CYP2C19

    Os distúrbios psiquiátricos, como a depressão, têm uma taxa de falha ao tratamento inicial, variando entre 30% e 50%, o que pode, em parte, ser atribuído aos efeitos adversos ou às diferentes concentrações das drogas utilizadas no plasma sanguíneo do paciente.

    Atualmente há um grande interesse na psiquiatria por biomarcadores, que podem ser medidos experimentalmente e indicam a ocorrência de uma determinada função normal ou patológica de um organismo ou uma resposta a um agente farmacológico. Eles auxiliam no prognóstico das possíveis respostas do medicamento ao tratamento, tendo em vista a importância clínica e socioeconômica do distúrbio depressivo, o longo período de tempo para se obter uma resposta aos agentes antidepressivos e a difícil abordagem da depressão resistente ao tratamento.

    Somente após

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