fenótipo

  1. Depressão: uso de medicamentos ou tratamento com corrente elétrica?

    Existem inúmeras alternativas para melhorar os sintomas da depressão, um deles estava sendo cotado como promissor,  a técnica conhecida como  estimulação cerebral de corrente contínua (tDCS).

    Conforme  Dr. André Buroni, livre-docente do Departamento de Psiquiatria da FMUSP e diretor do Serviço de Neuromodulação Interdisciplinar do Instituto, este tratamento auxilia na estimulação cerebral utilizando-se da corrente contínua. O aparelho é colocado sobre o córtex dorsolateral pré-frontal do paciente, que é uma área que apresenta atividade diminuída em pessoas com depressão.

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  2. Quais medicamentos podem ser mais adequados para você?

    A maioria das pessoas aprendem com o tempo que um remédio é melhor do que outro, este tipo de variação pode acontecer com muitos medicamentos.

    Farmacêuticos, médicos e pesquisadores tentaram entender por décadas o motivo da mesma medicação com a mesma dose funcionar bem para umas pessoas e para outras não. A dosagem é outro fator que também pode gerar efeitos adversos para alguns pacientes.

    Existem inúmeros fatores que contribuem para essas diferenças, como idade, se está tomando outro medicamento, o bom funcionamento dos rins e se as pessoas são fumantes, por exemplo.

    Os genes influenciam na maneira como metabolizamos os medicamentos:

    Ao entender como as diferenças genéticas podem interagir nos mais distintos tratamentos, os médicos podem prescrever, de forma personalizada, a melhor medicação

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  3. Testes Preditivos x Testes Farmacogenéticos

    Engenheiros biomédicos, farmacêuticos de renome e médicos chamam o atual momento da medicina de “A mais nova revolução industrial”, isso devido ao fato de tecnologias da área da engenharia genética estar invadindo e consequentemente trabalhando de maneira conjunta com tecnologias da área médica. Toda essa união traz uma série de benefícios tanto para pacientes, quanto para médicos.

    Já existem uma série de doenças que podem ser diagnosticadas antes do seu aparecimento, através de tecnologias genéticas.

    A mesma tecnologia genética que está empregada para mostrar possíveis doenças futuras, também é utilizada para garantir a eficácia de um medicamento, potencializando as chances de um paciente vencer determinada doença que tanto o aflige e o preocupa.

    Diferenças

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  4. Tratamento Tradicional x Medicina Personalizada

    As variantes genéticas (também chamadas de polimorfismos genéticos) ocorrem em toda a população. Algumas variantes genéticas são benignas, ou seja, não produzem qualquer efeito negativo conhecido, e outras variantes podem ser associadas a doenças ou a resposta e metabolismo de medicamentos.

    Tratamento tradicional

    Ao iniciar o esquema farmacológico para tratar uma condição particular, os profissionais de saúde geralmente prescrevem um dos vários medicamentos disponíveis. As dosagens e tempo de resposta dos fármacos são baseados na taxa prevista de um paciente metabolizar normal/extensivo.

    Clinicamente, no entanto, cada pessoa reage de forma diferente para cada tratamento.  Quando o tratamento não atinge os efeitos esperados, o profissional de saúde,

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  5. Saiba quais os possíveis perfis de metabolização dos medicamentos analisados no Teste Farmacogenético

    Metabolizador normal

    As pessoas que possuem dois alelos normais ou tipo selvagem são denominadas de metabolizadores normais (67% da população), pois não apresentam variantes alélicas que possam alterar drasticamente a biotransformação dos fármacos. Para essas pessoas são recomendadas as doses padrões a serem usadas de cada medicamento, indicadas nas bulas dos mesmos. Assim prescritas, essas doses farão o efeito esperado em seu organismo. Nota-se que um indivíduo comumente é portador de alguns genes normais e outros genes com presença de variantes. Todas essas combinações são avaliadas pela GnTech para a elaboração dos laudos.

    Metabolizador pobre ou metabolizador lento

    Nesse caso, a pessoa é portadora de dois alelos com variantes que, geralmente, reduzem ou abolem a atividade da enzima (17% da

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