teste genético

  1. Não tá tudo bem, mas vai ficar: Série do Fantástico sobre Depressão, com Drauzio Varella

    No início de agosto estreou no Fantástico a série Não tá tudo bem, mas vai ficar, apresentada pelo médico Drauzio Varella. Durante todo o mês, o transtorno depressivo será abordado trazendo diferentes perspectivas a cada domingo.

    De uma forma didática, Drauzio Varella explica como a depressão interfere na vida dos pacientes e suas famílias. As reportagens trazem depoimentos que mostram como qualquer pessoa está suscetível à doença.

     

    A dificuldade do diagnóstico da depressão

    A cantora Paula Fernandes é uma das entrevistadas. Ela compartilha como sofre com depressão desde os 15 anos e como o transtorno já interferiu na sua carreira. O primeiro episódio de Não tá tudo

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  2. A diferença entre psicólogo e psiquiatra no tratamento para depressão

    A depressão é um transtorno psicológico que pode ser tratado por psicólogos e psiquiatras. Aproveitando o mês do Dia do Psiquiatra (13/8) e Dia do Psicólogo (27/8), vamos falar do papel de cada profissional durante o tratamento e de sua importância.

    O transtorno depressivo passou a ser uma pauta mais comentada recentemente e ainda envolve muitos tabus. Com isso, ainda existem preconceitos a respeito do trabalho psicólogo e o psiquiatra.

    Infelizmente, o estigma a respeito da doença impede muitas pessoas de buscarem ajuda e tratamento. Portanto, a informação sobre o tema é tão relevante para que seja possível superar as barreiras em relação à saúde mental.

    É possível tratar a depressão

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  3. Qual a importância do teste genético no combate à depressão?

    O teste genético pode ser uma peça importante no combate à depressão, possibilitando um tratamento mais assertivo e seguro. Até então, os médicos estavam acostumados a prescrever medicamentos baseados nas características do paciente como idade, função renal, função hepática, interação entre medicamentos e preferências do paciente. Porém, a prescrição de forma empírica está perdendo espaço.

    É neste cenário que entra o teste farmacogenético. O exame oferece ao médico um compilado de características genéticas do paciente para escolhas de medicação e doses baseadas em evidências científicas.

    Como as particularidades genéticas afetam no tratamento da depressão

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  4. Obesidade Infantil: Crianças obesas têm 4 vezes mais chance de ter depressão

    A obesidade infantil tem aumentado nas últimas décadas e estudos apontam que crianças obesas têm mais chance de ter depressão. O dia 3 de junho é dedicado a Conscientização contra Obesidade Infantil e traz o tema para o debate. Além de estar associado a problemas de saúde, como doenças cardiovasculares, o excesso de peso representa um risco maior de desenvolver transtornos psicológicos.

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) tem alertado sobre os níveis alarmantes de obesidade infantil no mundo. De acordo com um relatório da Comissão para Acabar com a Obesidade Infantil, há pelo menos 41 milhões de crianças com menos de cinco anos que estão obesas ou acima do peso. Entre as recomendações da Comissão estão o incentivo à atividade física e combate ao sedentarismo entre crianças e adolescentes.

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  5. Depressão no trabalho: Precisamos falar de saúde mental nas empresas

    A depressão é a principal causa de incapacidade em todo o mundo. Segundo a OMS, estima-se que mais de 300 milhões de pessoas sofram com a doença. Como resultado, muitas vezes, o impacto da depressão também pode ser visto no trabalho.

    Neste dia 1º de maio, Dia do Trabalho, o tema não poderia deixar de ser pauta. O mundo de hoje é instável, com excesso de informações e exige pessoas multitarefas. Como resultado, deu origem a gerações mais angustiadas. Por exemplo, não há mais aquela busca por uma empresa em que se trabalharia a vida toda. Em contrapartida, existe muita liberdade de escolha, o que gera incertezas.

    Todo esse cenário ainda traz ambientes de trabalho competitivos, com maior pressão por resultados. Consequentemente,

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  6. Como os pais podem influenciar na depressão dos filhos

    Estudos mostram que pais com depressão podem influenciar no risco de problemas psicológicos dos filhos. As relações com a mãe e o pai são essenciais para o desenvolvimento das crianças. Sendo assim, quando essas figuras enfrentam uma instabilidade emocional, isso acaba refletindo nos filhos.

    A depressão materna contribui para diversos problemas de desenvolvimento na primeira infância. Por exemplo, prejudicando o funcionamento cognitivo, social e acadêmico. Como resultado, os filhos de mães depressivas são duas vezes mais propensos a desenvolver problemas de ajustamento, inclusive transtornos de humor.

    Em comparação com bebês de mães saudáveis, os filhos de mães que enfrentam a doença são mais nervosos,

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  7. Esportes e atividades físicas ajudam no combate à depressão

    O esporte e outras atividades físicas são aliados na luta contra a depressão e outros transtornos psicológicos. A prática regular de exercícios, combinado a tratamentos médicos, promove uma melhora no quadro depressivo e proporciona mais qualidade de vida para o paciente.

    Isso porque a atividade física libera serotonina no organismo, neurotransmissor que garante a sensação de felicidade. Consequentemente, a prática de esportes e atividades físicas está relacionada também a saúde mental e emocional. Por exemplo, os exercícios regulares são capazes de reduzir o desânimo, tristeza, irritabilidade e nervosismo.

    Além de auxiliar no tratamento de transtornos psicológicos, um corpo ativo traz outros benefícios

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  8. Como o câncer pode levar à depressão

    O diagnóstico de um câncer muitas vezes pode levar a um quadro de depressão. Isso porque o paciente com um tumor acaba percebendo a morte como algo mais próximo e muitas vezes têm dificuldade de encarar a situação com uma postura otimista. Como resultado, a depressão é o transtorno psiquiátrico mais comum em pacientes com câncer, ocorrendo entre 22% e 29% dos casos. Essa variabilidade pode estar associada ao local do tumor, estágio clínico, dor, funcionamento físico limitado e suporte social.

    Em razão de uma visão pessimista da sociedade, o paciente oncológico acredita que a cura é algo raro e de difícil alcance. Mesmo após a cura, existe um sentimento de vulnerabilidade de quem enfrentou o câncer. Isso porque existe a possibilidade de reincidência

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  9. Estudo descobre que gene afeta eficácia de anticoncepcionais

    Um estudo científico realizado nos Estados Unidos comprovou que uma a cada 20 mulheres possui um gene que impede que anticoncepcionais sejam eficazes. É a primeira vez que é comprovada a relação genética com casos em que mulheres engravidam mesmo tomando corretamente medicamentos contraceptivos. A pesquisa foi realizada na Escola de Medicina da Universidade do Colorado e publicada na revista Obstetrics and Gynecology.

    O levantamento foi feito com 350 mulheres que utilizavam implante contraceptivo. Ou seja, uma pequena haste de plástico colocada sob a pele do braço que libera o hormônio progestagênio, evitando a ovulação. Os pesquisadores analisaram o sequenciamento genético das participantes, observando seções do DNA relacionadas à regulação

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  10. Uso de remédios durante o período de amamentação: Quais podem ser prejudiciais?

    É comum o uso de medicamentos quando se está amamentando, contudo vem a dúvida: Será que algum desses medicamentos pode me prejudicar ou ao meu bebê?

    Essa resposta depende de muitos fatores, os principais são: a sua genética, que pode influenciar  diretamente no metabolismo do medicamento, as substâncias contidas e a quantidade ingerida.

    Para isso explicaremos os tipos de metabolizadores:

    Metabolizador normal:

    As pessoas que possuem dois alelos normais ou tipo selvagem são denominadas de metabolizadores normais (67% da população), pois não apresentam variantes alélicas que possam alterar drasticamente a biotransformação dos fármacos. Para essas pessoas são recomendadas as doses padrões

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