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  1. Depressão Infantil e a importância da prevenção do transtorno ainda na infância

    A depressão infantil está relacionada, na maioria das vezes, com a relação da criança com os demais. Portanto, o meio familiar e escolar são essenciais para dar suporte e identificar quando é preciso buscar ajuda psicológica.

    Por exemplo, se a criança vê sua mãe sorrir, ela se sentirá querida e reconhecida, estabelecendo uma reação de confiança com a figura materna para identificar o que sente. Porém, se a mãe estiver sempre chateada ou deprimida, a criança vai construir uma imagem de si mesma onde só cobrirá as expectativas impostas a ela, alheias aos sentimentos, pensamentos e desejos próprios.

    Portanto, é essencial que os familiares busquem construir uma relação positiva, afetiva e de confiança com os filhos.  Assim, com estímulo e motivação,

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  2. Billie Eilish e depressão: Cantora participa de campanha sobre saúde mental

    Billie Eilish falou sobre saúde mental e como tem enfrentado a depressão em uma nova campanha norte-americana da Ad Council. A cantora de 17 anos é classificada pela Rolling Stone como “a primeira hitmaker nascida neste século”. Portanto, uma figura como Billie Eilish falar sobre saúde mental com certeza influencia na conscientização dos jovens sobre a importância do tema.

    No vídeo, que está disponível no YouTube, a jovem admite que ainda está tentando aprender como ter certeza de que está “ok”. Além disso, ela reforça a importância de pedir ajuda e de perceber quando as pessoas ao redor precisam de apoio. “Não deveria te fazer se sentir fraco pedir ajuda para qualquer pessoa e você deveria conseguir pedir ajuda para

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  3. Obesidade Infantil: Crianças obesas têm 4 vezes mais chance de ter depressão

    A obesidade infantil tem aumentado nas últimas décadas e estudos apontam que crianças obesas têm mais chance de ter depressão. O dia 3 de junho é dedicado a Conscientização contra Obesidade Infantil e traz o tema para o debate. Além de estar associado a problemas de saúde, como doenças cardiovasculares, o excesso de peso representa um risco maior de desenvolver transtornos psicológicos.

    A Organização Mundial da Saúde (OMS) tem alertado sobre os níveis alarmantes de obesidade infantil no mundo. De acordo com um relatório da Comissão para Acabar com a Obesidade Infantil, há pelo menos 41 milhões de crianças com menos de cinco anos que estão obesas ou acima do peso. Entre as recomendações da Comissão estão o incentivo à atividade física e combate ao sedentarismo entre crianças e adolescentes.

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  4. Depressão no trabalho: Precisamos falar de saúde mental nas empresas

    A depressão é a principal causa de incapacidade em todo o mundo. Segundo a OMS, estima-se que mais de 300 milhões de pessoas sofram com a doença. Como resultado, muitas vezes, o impacto da depressão também pode ser visto no trabalho.

    Neste dia 1º de maio, Dia do Trabalho, o tema não poderia deixar de ser pauta. O mundo de hoje é instável, com excesso de informações e exige pessoas multitarefas. Como resultado, deu origem a gerações mais angustiadas. Por exemplo, não há mais aquela busca por uma empresa em que se trabalharia a vida toda. Em contrapartida, existe muita liberdade de escolha, o que gera incertezas.

    Todo esse cenário ainda traz ambientes de trabalho competitivos, com maior pressão por resultados. Consequentemente,

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  5. Como os pais podem influenciar na depressão dos filhos

    Estudos mostram que pais com depressão podem influenciar no risco de problemas psicológicos dos filhos. As relações com a mãe e o pai são essenciais para o desenvolvimento das crianças. Sendo assim, quando essas figuras enfrentam uma instabilidade emocional, isso acaba refletindo nos filhos.

    A depressão materna contribui para diversos problemas de desenvolvimento na primeira infância. Por exemplo, prejudicando o funcionamento cognitivo, social e acadêmico. Como resultado, os filhos de mães depressivas são duas vezes mais propensos a desenvolver problemas de ajustamento, inclusive transtornos de humor.

    Em comparação com bebês de mães saudáveis, os filhos de mães que enfrentam a doença são mais nervosos,

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  6. Esportes e atividades físicas ajudam no combate à depressão

    O esporte e outras atividades físicas são aliados na luta contra a depressão e outros transtornos psicológicos. A prática regular de exercícios, combinado a tratamentos médicos, promove uma melhora no quadro depressivo e proporciona mais qualidade de vida para o paciente.

    Isso porque a atividade física libera serotonina no organismo, neurotransmissor que garante a sensação de felicidade. Consequentemente, a prática de esportes e atividades físicas está relacionada também a saúde mental e emocional. Por exemplo, os exercícios regulares são capazes de reduzir o desânimo, tristeza, irritabilidade e nervosismo.

    Além de auxiliar no tratamento de transtornos psicológicos, um corpo ativo traz outros benefícios

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  7. Senado aprova projeto de lei para prevenção de suicídio e automutilação

    O Senado aprovou no início de abril um projeto para a criação da Política Nacional de Prevenção da Automutilação e do Suicídio. O texto da lei propõe que o poder público disponibilize número para a população informar casos e estabelece atendimento obrigatório por planos de saúde. O projeto segue para a sanção do presidente Jair Bolsonaro.

    A lei deve ser implementada pela União em cooperação com estados, Distrito Federal e municípios. Deve contar com a participação da sociedade civil e de instituições privadas.

    Em casos em que crianças e adolescentes estejam envolvidos, o Conselho Tutelar deverá ser avisado.

     

    Política Nacional de Prevenção da Automutilação e do Suicídio

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  8. Como o câncer pode levar à depressão

    O diagnóstico de um câncer muitas vezes pode levar a um quadro de depressão. Isso porque o paciente com um tumor acaba percebendo a morte como algo mais próximo e muitas vezes têm dificuldade de encarar a situação com uma postura otimista. Como resultado, a depressão é o transtorno psiquiátrico mais comum em pacientes com câncer, ocorrendo entre 22% e 29% dos casos. Essa variabilidade pode estar associada ao local do tumor, estágio clínico, dor, funcionamento físico limitado e suporte social.

    Em razão de uma visão pessimista da sociedade, o paciente oncológico acredita que a cura é algo raro e de difícil alcance. Mesmo após a cura, existe um sentimento de vulnerabilidade de quem enfrentou o câncer. Isso porque existe a possibilidade de reincidência

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  9. Estudo descobre que gene afeta eficácia de anticoncepcionais

    Um estudo científico realizado nos Estados Unidos comprovou que uma a cada 20 mulheres possui um gene que impede que anticoncepcionais sejam eficazes. É a primeira vez que é comprovada a relação genética com casos em que mulheres engravidam mesmo tomando corretamente medicamentos contraceptivos. A pesquisa foi realizada na Escola de Medicina da Universidade do Colorado e publicada na revista Obstetrics and Gynecology.

    O levantamento foi feito com 350 mulheres que utilizavam implante contraceptivo. Ou seja, uma pequena haste de plástico colocada sob a pele do braço que libera o hormônio progestagênio, evitando a ovulação. Os pesquisadores analisaram o sequenciamento genético das participantes, observando seções do DNA relacionadas à regulação

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  10. Spravato: Novo fármaco da Johnson & Johnson combate a depressão

    O Spravato™, nova droga desenvolvida pela Johnson & Johnson, foi aprovado nos Estados Unidos pelas autoridades regulatórias. O medicamento é uma nova forma de combate à depressão à base de esketamina, analgésico de potencial alucinógeno. A droga tem aplicação via spray nasal e será destinada a pacientes de alto grau de depressão que não correspondam a outras formas de tratamento.

    O Spravato teve o registro confirmado depois de anos de testes. Sendo assim, a comunidade científica já apostava na esketamina como potencial solução no combate a depressão. Entretanto, o uso do medicamento será controlado.

    Segundo, matéria da

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