Devo admitir que esse exame solidificou meu tratamento médico e, inclusive, minha relação paciente/médico.
Avaliação
5/5
Por [C.B, 45 anos]
13 de novembro de 2016

Iniciei meu tratamento psiquiátrico imaginando que, após o diagnóstico, meus problemas estariam resolvidos e minha vida tornar-se-ia mais "leve", em razão do medicamento que viesse a ser prescrito. Afinal, há tantas drogas existentes no mercado farmacêutico; por que qualquer delas não seria suficiente para mim? Foi pensando assim, que passei a tomar Pristiq®, inicialmente em dosagem mínima, que foi aumentada até o máximo indicado em protocolo. Posteriormente, meu médico acrescentou, ao tratamento, a bupropiona. Nunca havia imaginado que um remédio psiquiátrico pudesse causar tamanha confusão em meus pensamentos. Essa substância me fez "sair da casinha". As pessoas do meu convívio repararam que eu estava diferente, com a "língua solta" e muito agitada. Estava literalmente me expondo de uma maneira nada agradável. Logicamente, a recomendação médica foi sustar a bupropiona. Essa experiência deixou-me decepcionada com o tratamento e insegura para tentativas com outros remédios. A depressão tomou conta mais uma vez e acabei abandonando o tratamento por alguns meses. Quando retornei, meu médico disse-me que havia um teste de DNA que ajudaria na indicação do melhor medicamento para o meu caso. Decidi fazer porque acreditei na possibilidade de individualizar o tratamento e, dessa forma, apostar em medicamentos, cujos efeitos colaterais não se tornariam verdadeiros episódios vexatórios. O resultado foi fantástico. Assegurou que o Pristiq® é um excelente remédio para mim e, por outro lado, demonstrou que a bupropiona não é indicada, uma vez que os efeitos colaterais são potencializados. O exame apontou e a experiência depois confirmou que, o segundo antidepressivo que bem se adapta é o Lexapro®, o qual, associado ao Pristiq®, tem me trazido a tão almejada qualidade de vida. Fico extremamente feliz por ter feito o exame e o faria novamente caso necessário. O resultado trouxe segurança a mim e ao meu marido, pois sabíamos que a individualização do tratamento é a forma mais adequada de alcançar os efeitos desejados em menor tempo. Além disso, o exame facilita a escolha dentre os melhores medicamentos, considerando os efeitos colaterais em potencial; facilita, também, na busca da dosagem mais acertada, tendo em vista algumas interações medicamentosas, o que foi importante para mim, já que, no meu caso, a dosagem do Pristiq® é menor quando associado à losartana potássica (remédio para pressão). Devo admitir que esse exame solidificou meu tratamento médico e, inclusive, minha relação paciente/médico. Sinto-me mais segura e meu marido sentiu a diferença em mim.

Foi então que soubemos que já estavam disponíveis testes, com mapeamento genético, que apontam qual o medicamento mais indicado para o genótipo da pessoa.
Avaliação
5/5
Por E.R.R.B. mãe de L.R.B.
27 de junho de 2016

Nosso filho de 8 anos, diagnosticado com TDAH e já medicado com Venvance® 30mg, vinha apresentando crescente comportamento agressivo. A psiquiatra e psicoterapeuta, que o acompanha desde os 3 anos de idade, indicou um outro medicamento, um psicotrópico chamado Risperdal®. Nós, que já tínhamos nossas dúvidas quanto à medicação para TDAH, não ficamos nada confortáveis em introduzir mais uma medicação numa criança pequena. Foi então que soubemos que já estavam disponíveis testes, com mapeamento genético, que apontam qual o medicamento mais indicado para o genótipo da pessoa. Após realizar dois desses testes (Antidepressivos e TDAH), ficamos muito mais confiantes com relação aos medicamentos prescritos. E, uma vez estabilizada a medicação, enfim pudemos focar apenas nas intervenções de comportamento e os resultados têm sido maravilhosos!

Comecei a tomar o antidepressivo indicado no teste e eu estou muito feliz com o resultado!
Avaliação
5/5
Por [K.C.V, 34 anos]
18 de março de 2016

Depois da perda de uma pessoa muito importante, minha vida perdeu o rumo, nada mais tinha graça, me distanciei dos meus amigos, parei com a faculdade e tive que começar um tratamento psiquiátrico. Foi muito difícil, comecei a tomar antidepressivo e sofri muito com alguns efeitos colaterais durante sete anos de tratamento. Até então eu não queria mudar de remédio com medo dos efeitos colaterais e de ter uma recaída, até que o meu médico veio com a novidade de um Teste de DNA que indicava o antidepressivo mais apropriado para o meu caso e eu resolvi fazê-lo. O exame é muito simples, fiquei muito ansiosa com o resultado. Descobrimos que eu não estava tomando o medicamento mais apropriado para mim e então parei de toma-lo. Comecei a tomar o antidepressivo indicado no teste e eu estou muito feliz com o resultado! Melhorei ainda mais e não estou sentindo os mesmos efeitos colaterais.