➡️ Pessoas que buscam prevenção em saúde e desejam personalizar sua alimentação, suplementação e rotina de cuidados com base em informações genéticas;
➡️ Indivíduos que apresentam deficiências recorrentes de vitaminas, minerais ou nutrientes, mesmo com alimentação equilibrada ou uso de suplementação convencional;
➡️ Pacientes com queixas frequentes de fadiga, baixa energia, queda de cabelo, baixa imunidade, alterações digestivas, dificuldade de concentração ou baixa resposta a estratégias nutricionais;
➡️ Pessoas com sintomas gastrointestinais recorrentes após o consumo de leite, derivados ou alimentos com glúten, que desejam investigar predisposições genéticas relacionadas à lactose e ao glúten;
➡️ Pacientes em acompanhamento nutricional, médico, esportivo ou preventivo que precisam de informações mais precisas para otimização metabólica, saúde digestiva, performance e bem-estar;
➡️ Indivíduos que desejam compreender melhor sua resposta à cafeína, ao álcool, aos ácidos graxos e ao metabolismo de vitaminas e minerais importantes para a saúde.
➡️ Nutrição personalizada: identifica predisposições genéticas ligadas ao metabolismo de nutrientes;
➡️ Prevenção de deficiências: auxilia na identificação de riscos para baixa absorção ou aproveitamento nutricional;
➡️ Suplementação mais precisa: apoia escolhas mais seguras e individualizadas de suplementação;
➡️ Sensibilidades alimentares: avalia marcadores relacionados à lactose e ao glúten;
➡️ Metabolismo e bem-estar: analisa fatores ligados a energia, imunidade, cognição, saúde óssea e cardiovascular;
➡️ Performance e rotina saudável: contribui para ajustes nutricionais em pessoas ativas ou com rotina intensa;
➡️ Longevidade saudável: apoia estratégias preventivas e escolhas alimentares mais alinhadas ao perfil individual;
➡️ Decisão clínica embasada: oferece dados genéticos para apoiar condutas nutricionais mais personalizadas;
➡️ Ferramenta para profissionais: auxilia médicos e nutricionistas na construção de planos mais individualizados;
São analisados 28 genes ao total:
➡️ Vitamina A | Gene: BCMO1 Algumas alterações podem reduzir a conversão de carotenoides em vitamina A ativa, principalmente em pessoas com dieta predominantemente vegetal. Esse perfil pode aumentar o risco de deficiência funcional, associada a ressecamento ocular, cegueira noturna, alterações na pele e maior suscetibilidade a infecções. Pode ser indicada maior atenção ao consumo de fontes de vitamina A já ativa, especialmente de origem animal.
➡️ Vitamina B2 (Riboflavina) | Gene: MTHFR A riboflavina atua como cofator da enzima MTHFR, importante para o metabolismo do folato e da homocisteína. A deficiência de B2 pode estar associada a fadiga, alterações em mucosas, estomatite angular e dermatite seborreica.
➡️ Vitamina B6 (Piridoxina) | Genes: NBPF3, ALPL Alterações nesses genes podem influenciar os níveis séricos de vitamina B6. Esse micronutriente participa do metabolismo energético, da função neurológica e da síntese de neurotransmissores. Alterações importantes podem estar associadas à fadiga, irritabilidade, alterações de humor, anemia microcítica e neuropatia periférica.
➡️ Vitamina B9 (Ácido fólico) / Folato | Gene: MTHFR Algumas alterações podem reduzir a conversão do folato em sua forma ativa, impactando a metilação e o metabolismo da homocisteína. Esse perfil pode favorecer níveis inadequados de folato e aumento de homocisteína, especialmente em gestação, anemias ou maior demanda metabólica. Pode ser indicado monitorar folato e homocisteína e considerar suplementação, preferencialmente com L-metilfolato, conforme orientação profissional.
➡️ Vitamina B12 (Cobalamina) | Genes: FUT2 / MTHFR Alterações no gene FUT2 podem reduzir a absorção e biodisponibilidade da vitamina B12, mesmo com ingestão adequada. A deficiência pode estar associada a fadiga, anemia megaloblástica, formigamentos, neuropatia, alterações cognitivas e de memória.
➡️ Vitamina C | Gene: SLC23A1 Alterações no gene SLC23A1 podem reduzir a absorção e disponibilidade da vitamina C. Esse perfil pode comprometer a função antioxidante, imunidade, cicatrização, formação de colágeno e saúde da pele. A deficiência pode causar sangramento gengival, fadiga, fraqueza e maior suscetibilidade a infecções.
➡️ Vitamina D | Genes: GC, VDR, CYP2R1 Alterações nesses genes podem impactar transporte, ativação e resposta celular à vitamina D. Algumas alterações podem aumentar o risco de deficiência funcional, alterações ósseas, fraqueza muscular, osteomalácia, osteoporose e menor resposta à suplementação convencional.
➡️ Vitamina E | Genes: CYP4F2, APOA5 Alterações em CYP4F2 podem reduzir o catabolismo da vitamina E, favorecendo níveis mais elevados ou acúmulo. A vitamina E tem ação antioxidante, mas doses excessivas podem aumentar o risco de sangramentos, especialmente em uso de anticoagulantes.
➡️ Vitamina K | Gene: VKORC1 Alterações no gene VKORC1 podem reduzir a reciclagem da vitamina K e impactar sua biodisponibilidade. Esse perfil pode estar associado a alterações na coagulação, maior tendência a sangramentos e possível impacto na saúde óssea.
➡️ Ferro | Genes: HFE, HAMP, HJV ou HFE2, SLC40A1, SLC11A2, TMPRSS6 Alterações nesses genes podem influenciar a absorção e regulação do ferro. Alguns perfis podem aumentar a predisposição à hemocromatose hereditária, condição associada à sobrecarga de ferro. O excesso de ferro pode se acumular em órgãos como o fígado, aumentando o risco de alterações hepáticas e metabólicas.
➡️ Ômega-3, Ômega-6 | Gene: FADS1 Alterações no gene FADS1 podem reduzir a conversão de precursores em formas ativas de ácidos graxos, como EPA, DHA e ácido araquidônico. Esse perfil pode impactar a resposta inflamatória, saúde cardiovascular, cognição, pele e metabolismo.
➡️ Álcool | Genes: ADH1B, ALDH2 Alterações nesses genes podem favorecer a metabolização rápida do álcool e a menor eliminação do acetaldeído, aumentando sua toxicidade. Esse perfil pode estar associado a rubor facial, náuseas, palpitações, taquicardia, cefaleia e mal-estar após consumo alcoólico.
➡️ Cafeína | Genes: CYP1A2, ADORA2A Alterações nesses genes podem influenciar a velocidade de metabolização da cafeína e a sensibilidade aos seus efeitos estimulantes. Perfis de metabolização rápida e menor sensibilidade tendem a apresentar melhor tolerância, com efeitos menos duradouros e menor impacto em ansiedade ou sono.
➡️ Glúten | Genes: HLA-DQ2, HLA-DQ8 A presença desses marcadores indica predisposição genética, mas não confirma diagnóstico. Em caso de sintomas gastrointestinais persistentes, anemia, fadiga, perda de peso ou suspeita clínica, recomenda-se avaliação médica e exames complementares para investigação de doença celíaca, sensibilidade ao glúten ou outras condições gastrointestinais.
➡️ Lactose | Gene: MCM6 Alterações no gene MCM6 podem indicar predisposição à não persistência da lactase e maior risco de intolerância à lactose na vida adulta. Esse perfil pode estar associado à dor abdominal, gases, distensão, náuseas e diarreia após consumo de leite e derivados.
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Não é necessário jejum prolongado, basta evitar alimentos, bebidas, cigarro ou produtos como hidratante labial por 30 minutos antes da coleta. Também não é preciso interromper o uso de medicamentos. O processo é simples:
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Algumas variantes reduzem a conversão de carotenoides em vitamina A ativa, sobretudo em dietas predominantemente vegetais, aumentando o risco de deficiência funcional: ressecamento ocular, cegueira noturna, alterações na pele e maior suscetibilidade a infecções.
A riboflavina atua como cofator da enzima MTHFR, importante para o metabolismo do folato e da homocisteína. A deficiência pode estar associada a fadiga, alterações em mucosas, estomatite angular e dermatite seborreica.
Podem influenciar os níveis séricos de B6, envolvida no metabolismo energético, função neurológica e síntese de neurotransmissores. Alterações podem cursar com fadiga, irritabilidade, alterações de humor, anemia microcítica e neuropatia periférica.
Algumas alterações reduzem a conversão do folato em sua forma ativa, impactando metilação e homocisteína — relevante em gestação e maior demanda. Pode indicar monitorar folato/homocisteína e considerar L-metilfolato, conforme orientação profissional.
Alterações no gene FUT2 podem reduzir a absorção e a biodisponibilidade da B12 mesmo com ingestão adequada. A deficiência associa-se a fadiga, anemia megaloblástica, formigamentos, neuropatia e alterações cognitivas e de memória.
Alterações no gene SLC23A1 podem reduzir a absorção e a disponibilidade da vitamina C, comprometendo função antioxidante, imunidade, cicatrização, formação de colágeno e saúde da pele.
Podem impactar transporte, ativação e resposta celular à vitamina D, aumentando o risco de deficiência funcional, alterações ósseas, fraqueza muscular, osteomalácia, osteoporose e menor resposta à suplementação convencional.
Alterações em CYP4F2 podem reduzir o catabolismo da vitamina E, favorecendo acúmulo. Apesar da ação antioxidante, doses excessivas podem aumentar o risco de sangramentos, especialmente em uso de anticoagulantes.
Alterações no gene VKORC1 podem reduzir a reciclagem da vitamina K e impactar sua biodisponibilidade, com possível efeito na coagulação, maior tendência a sangramentos e impacto na saúde óssea.
Podem influenciar a absorção e a regulação do ferro. Alguns perfis aumentam a predisposição à hemocromatose hereditária, com sobrecarga de ferro que pode se acumular no fígado e elevar o risco de alterações hepáticas e metabólicas.
Alterações no gene FADS1 podem reduzir a conversão de precursores em EPA, DHA e ácido araquidônico, impactando resposta inflamatória, saúde cardiovascular, cognição, pele e metabolismo.
Podem favorecer metabolização rápida do álcool e menor eliminação do acetaldeído, aumentando sua toxicidade — rubor facial, náuseas, palpitações, taquicardia, cefaleia e mal-estar após o consumo.
Influenciam a velocidade de metabolização da cafeína e a sensibilidade aos seus efeitos. Perfis rápidos tendem a tolerar melhor, com efeitos menos duradouros e menor impacto em ansiedade ou sono.
Marcadores de predisposição genética (não confirmam diagnóstico). Diante de sintomas persistentes, anemia, fadiga ou perda de peso, recomenda-se avaliação médica e exames para investigar doença celíaca ou sensibilidade ao glúten.
Alterações no gene MCM6 podem indicar predisposição à não persistência da lactase e maior risco de intolerância à lactose na vida adulta — dor abdominal, gases, distensão, náuseas e diarreia após leite e derivados.
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