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Início / Nossos exames / Testes Genéticos Preditivos / Teste Nutrigenético NutriGene
Nutrição e intolerâncias

Teste Nutrigenético NutriGene

O Teste NutriGene é uma ferramenta inovadora de saúde personalizada que analisa variantes genéticas associadas à absorção, transporte, ativação, metabolização e resposta individual a vitaminas, minerais, ácidos graxos e compostos alimentares importantes para o organismo. Através da coleta simples de material biológico, é possível mapear predisposições que podem influenciar diretamente o equilíbrio nutricional, o metabolismo, a saúde digestiva e o funcionamento celular.
Esse exame investiga genes relacionados ao metabolismo de vitaminas-chave, como vitamina A, complexo B, incluindo B2, B6, B9 e B12, vitamina C, vitamina D, vitamina E e vitamina K, além de nutrientes e compostos como ferro, ômega-3, ômega-6, álcool, cafeína, glúten e lactose. Com essas informações, profissionais de saúde podem compreender por que alguns pacientes apresentam deficiências recorrentes, baixa resposta à suplementação, maior sensibilidade a determinados compostos alimentares ou sintomas relacionados ao consumo de lactose e glúten, mesmo com hábitos aparentemente adequados.

➡️ Pessoas que buscam prevenção em saúde e desejam personalizar sua alimentação, suplementação e rotina de cuidados com base em informações genéticas;

➡️ Indivíduos que apresentam deficiências recorrentes de vitaminas, minerais ou nutrientes, mesmo com alimentação equilibrada ou uso de suplementação convencional;

➡️ Pacientes com queixas frequentes de fadiga, baixa energia, queda de cabelo, baixa imunidade, alterações digestivas, dificuldade de concentração ou baixa resposta a estratégias nutricionais;

➡️ Pessoas com sintomas gastrointestinais recorrentes após o consumo de leite, derivados ou alimentos com glúten, que desejam investigar predisposições genéticas relacionadas à lactose e ao glúten;

➡️ Pacientes em acompanhamento nutricional, médico, esportivo ou preventivo que precisam de informações mais precisas para otimização metabólica, saúde digestiva, performance e bem-estar;

➡️ Indivíduos que desejam compreender melhor sua resposta à cafeína, ao álcool, aos ácidos graxos e ao metabolismo de vitaminas e minerais importantes para a saúde.

➡️ Nutrição personalizada: identifica predisposições genéticas ligadas ao metabolismo de nutrientes;

➡️ Prevenção de deficiências: auxilia na identificação de riscos para baixa absorção ou aproveitamento nutricional;

➡️ Suplementação mais precisa: apoia escolhas mais seguras e individualizadas de suplementação;

➡️ Sensibilidades alimentares: avalia marcadores relacionados à lactose e ao glúten;

➡️ Metabolismo e bem-estar: analisa fatores ligados a energia, imunidade, cognição, saúde óssea e cardiovascular;

➡️ Performance e rotina saudável: contribui para ajustes nutricionais em pessoas ativas ou com rotina intensa;

➡️ Longevidade saudável: apoia estratégias preventivas e escolhas alimentares mais alinhadas ao perfil individual;

➡️ Decisão clínica embasada: oferece dados genéticos para apoiar condutas nutricionais mais personalizadas;

➡️ Ferramenta para profissionais: auxilia médicos e nutricionistas na construção de planos mais individualizados;

São analisados 28 genes ao total:

➡️ Vitamina A | Gene: BCMO1 Algumas alterações podem reduzir a conversão de carotenoides em vitamina A ativa, principalmente em pessoas com dieta predominantemente vegetal. Esse perfil pode aumentar o risco de deficiência funcional, associada a ressecamento ocular, cegueira noturna, alterações na pele e maior suscetibilidade a infecções. Pode ser indicada maior atenção ao consumo de fontes de vitamina A já ativa, especialmente de origem animal.

➡️ Vitamina B2 (Riboflavina) | Gene: MTHFR A riboflavina atua como cofator da enzima MTHFR, importante para o metabolismo do folato e da homocisteína. A deficiência de B2 pode estar associada a fadiga, alterações em mucosas, estomatite angular e dermatite seborreica.

➡️ Vitamina B6 (Piridoxina) | Genes: NBPF3, ALPL Alterações nesses genes podem influenciar os níveis séricos de vitamina B6. Esse micronutriente participa do metabolismo energético, da função neurológica e da síntese de neurotransmissores. Alterações importantes podem estar associadas à fadiga, irritabilidade, alterações de humor, anemia microcítica e neuropatia periférica.

➡️ Vitamina B9 (Ácido fólico) / Folato | Gene: MTHFR Algumas alterações podem reduzir a conversão do folato em sua forma ativa, impactando a metilação e o metabolismo da homocisteína. Esse perfil pode favorecer níveis inadequados de folato e aumento de homocisteína, especialmente em gestação, anemias ou maior demanda metabólica. Pode ser indicado monitorar folato e homocisteína e considerar suplementação, preferencialmente com L-metilfolato, conforme orientação profissional.

➡️ Vitamina B12 (Cobalamina) | Genes: FUT2 / MTHFR Alterações no gene FUT2 podem reduzir a absorção e biodisponibilidade da vitamina B12, mesmo com ingestão adequada. A deficiência pode estar associada a fadiga, anemia megaloblástica, formigamentos, neuropatia, alterações cognitivas e de memória.

➡️ Vitamina C | Gene: SLC23A1 Alterações no gene SLC23A1 podem reduzir a absorção e disponibilidade da vitamina C. Esse perfil pode comprometer a função antioxidante, imunidade, cicatrização, formação de colágeno e saúde da pele. A deficiência pode causar sangramento gengival, fadiga, fraqueza e maior suscetibilidade a infecções.

➡️ Vitamina D | Genes: GC, VDR, CYP2R1 Alterações nesses genes podem impactar transporte, ativação e resposta celular à vitamina D. Algumas alterações podem aumentar o risco de deficiência funcional, alterações ósseas, fraqueza muscular, osteomalácia, osteoporose e menor resposta à suplementação convencional.

➡️ Vitamina E | Genes: CYP4F2, APOA5 Alterações em CYP4F2 podem reduzir o catabolismo da vitamina E, favorecendo níveis mais elevados ou acúmulo. A vitamina E tem ação antioxidante, mas doses excessivas podem aumentar o risco de sangramentos, especialmente em uso de anticoagulantes.

➡️ Vitamina K | Gene: VKORC1 Alterações no gene VKORC1 podem reduzir a reciclagem da vitamina K e impactar sua biodisponibilidade. Esse perfil pode estar associado a alterações na coagulação, maior tendência a sangramentos e possível impacto na saúde óssea.

➡️ Ferro | Genes: HFE, HAMP, HJV ou HFE2, SLC40A1, SLC11A2, TMPRSS6 Alterações nesses genes podem influenciar a absorção e regulação do ferro. Alguns perfis podem aumentar a predisposição à hemocromatose hereditária, condição associada à sobrecarga de ferro. O excesso de ferro pode se acumular em órgãos como o fígado, aumentando o risco de alterações hepáticas e metabólicas.

➡️ Ômega-3, Ômega-6 | Gene: FADS1 Alterações no gene FADS1 podem reduzir a conversão de precursores em formas ativas de ácidos graxos, como EPA, DHA e ácido araquidônico. Esse perfil pode impactar a resposta inflamatória, saúde cardiovascular, cognição, pele e metabolismo.

➡️ Álcool | Genes: ADH1B, ALDH2 Alterações nesses genes podem favorecer a metabolização rápida do álcool e a menor eliminação do acetaldeído, aumentando sua toxicidade. Esse perfil pode estar associado a rubor facial, náuseas, palpitações, taquicardia, cefaleia e mal-estar após consumo alcoólico.

➡️ Cafeína | Genes: CYP1A2, ADORA2A Alterações nesses genes podem influenciar a velocidade de metabolização da cafeína e a sensibilidade aos seus efeitos estimulantes. Perfis de metabolização rápida e menor sensibilidade tendem a apresentar melhor tolerância, com efeitos menos duradouros e menor impacto em ansiedade ou sono.

➡️ Glúten | Genes: HLA-DQ2, HLA-DQ8 A presença desses marcadores indica predisposição genética, mas não confirma diagnóstico. Em caso de sintomas gastrointestinais persistentes, anemia, fadiga, perda de peso ou suspeita clínica, recomenda-se avaliação médica e exames complementares para investigação de doença celíaca, sensibilidade ao glúten ou outras condições gastrointestinais.

➡️ Lactose | Gene: MCM6 Alterações no gene MCM6 podem indicar predisposição à não persistência da lactase e maior risco de intolerância à lactose na vida adulta. Esse perfil pode estar associado à dor abdominal, gases, distensão, náuseas e diarreia após consumo de leite e derivados.

O teste genético pode ser realizado em todo o Brasil! Enviamos gratuitamente, via Sedex, um kit de autocoleta para a sua casa, com todas as orientações necessárias. A amostra é coletada a partir de células da mucosa bucal, utilizando um swab (tipo um cotonete), de forma simples, indolor e sem o uso de agulhas ou coleta de sangue.

Não é necessário jejum prolongado, basta evitar alimentos, bebidas, cigarro ou produtos como hidratante labial por 30 minutos antes da coleta. Também não é preciso interromper o uso de medicamentos. O processo é simples:

  • Esfregar o swab na parte interna da bochecha por 1 minuto de cada lado
  • Inserir o swab no tubo e fechá-lo corretamente
  • Agitar o tubo para preservar a amostra
  • Identificar o material e colocá-lo na embalagem para envio

Depois, é só postar o kit em uma unidade dos Correios. A análise é realizada em laboratório, e o resultado do laudo fica disponível em até 21 dias após o recebimento da amostra. Dúvidas? Clique a seguir e assista ao vídeo de coleta do teste genético.

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Em até 10x de R$ 139,90 s/ juros

Valor total parcelado:

R$ 1.390,00

5% off no PIX à vista: R$ 1.320,50
383-mockup-nutrigene
  • Frete grátis (SEDEX): receba entre 3 a 5 dias úteis
  • Autocoleta realizada em casa
  • Coleta indolor de células bucais utilizando um swab (cotonete)
  • Suporte gratuito para interpretação do laudo
  • Laudo disponível em 21 dias após a chegada da amostra ao laboratório

Dúvidas? Converse com um consultor

Você é Médico? Receba suporte
O sinal de alerta do seu corpo

Por que, mesmo se alimentando bem, você ainda sente que algo não vai bem?

Dieta equilibrada, suplementos em dia, e ainda assim os sintomas continuam. Muitas vezes a causa não está no que você come, mas em como o seu DNA aproveita cada nutriente.

Cansaço que não passa

Você dorme e se alimenta bem, mas a disposição nunca acompanha o seu dia.

Suplementos sem efeito

Toma vitaminas há meses e os exames continuam abaixo do ideal.

Imunidade e pele em baixa

Infecções frequentes, cicatrização lenta, queda de cabelo e pele ressecada.

Desconforto com alimentos

Inchaço, gases ou mal-estar após leite, glúten, cafeína ou álcool.

Para quem é indicado

Teste Nutrigenético NutriGene: Feito para quem leva a saúde a sério

Do cuidado preventivo à alta performance, o NutriGene apoia decisões mais individualizadas, para você ou para os seus pacientes.

Prevenção & longevidade

Quer personalizar alimentação, suplementação e rotina com base no próprio DNA.

Deficiências recorrentes

Vitaminas ou minerais sempre baixos, mesmo com dieta equilibrada e suplementação.

Sintomas sem explicação

Fadiga, baixa imunidade, queda de cabelo ou dificuldade de concentração frequentes.

Sensibilidade a leite ou glúten

Desconforto gastrointestinal recorrente após laticínios ou alimentos com glúten.

Atletas & rotina intensa

Busca performance, recuperação, foco e equilíbrio metabólico no alto rendimento.

Profissionais de saúde

Médicos e nutricionistas que querem condutas mais individualizadas para pacientes.

O que o NutriGene revela

Analise o seu metabolismo de nutrientes e predisposições alimentares

Um retrato de como o seu corpo absorve, ativa e responde a 16 nutrientes e compostos essenciais, de vitaminas a sensibilidades como lactose e glúten. Clique para explorar cada um.

Vitamina A — BCMO1

Algumas variantes reduzem a conversão de carotenoides em vitamina A ativa, sobretudo em dietas predominantemente vegetais, aumentando o risco de deficiência funcional: ressecamento ocular, cegueira noturna, alterações na pele e maior suscetibilidade a infecções.

Vitamina B2 (Riboflavina) — MTHFR

A riboflavina atua como cofator da enzima MTHFR, importante para o metabolismo do folato e da homocisteína. A deficiência pode estar associada a fadiga, alterações em mucosas, estomatite angular e dermatite seborreica.

Vitamina B6 (Piridoxina) — NBPF3, ALPL

Podem influenciar os níveis séricos de B6, envolvida no metabolismo energético, função neurológica e síntese de neurotransmissores. Alterações podem cursar com fadiga, irritabilidade, alterações de humor, anemia microcítica e neuropatia periférica.

Vitamina B9 (Folato) — MTHFR

Algumas alterações reduzem a conversão do folato em sua forma ativa, impactando metilação e homocisteína — relevante em gestação e maior demanda. Pode indicar monitorar folato/homocisteína e considerar L-metilfolato, conforme orientação profissional.

Vitamina B12 (Cobalamina) — FUT2, MTHFR

Alterações no gene FUT2 podem reduzir a absorção e a biodisponibilidade da B12 mesmo com ingestão adequada. A deficiência associa-se a fadiga, anemia megaloblástica, formigamentos, neuropatia e alterações cognitivas e de memória.

Vitamina C — SLC23A1

Alterações no gene SLC23A1 podem reduzir a absorção e a disponibilidade da vitamina C, comprometendo função antioxidante, imunidade, cicatrização, formação de colágeno e saúde da pele.

Vitamina D — GC, VDR, CYP2R1

Podem impactar transporte, ativação e resposta celular à vitamina D, aumentando o risco de deficiência funcional, alterações ósseas, fraqueza muscular, osteomalácia, osteoporose e menor resposta à suplementação convencional.

Vitamina E — CYP4F2, APOA5

Alterações em CYP4F2 podem reduzir o catabolismo da vitamina E, favorecendo acúmulo. Apesar da ação antioxidante, doses excessivas podem aumentar o risco de sangramentos, especialmente em uso de anticoagulantes.

Vitamina K — VKORC1

Alterações no gene VKORC1 podem reduzir a reciclagem da vitamina K e impactar sua biodisponibilidade, com possível efeito na coagulação, maior tendência a sangramentos e impacto na saúde óssea.

Ferro — HFE, HAMP, HJV/HFE2, SLC40A1, SLC11A2, TMPRSS6

Podem influenciar a absorção e a regulação do ferro. Alguns perfis aumentam a predisposição à hemocromatose hereditária, com sobrecarga de ferro que pode se acumular no fígado e elevar o risco de alterações hepáticas e metabólicas.

Ômega-3 / Ômega-6 — FADS1

Alterações no gene FADS1 podem reduzir a conversão de precursores em EPA, DHA e ácido araquidônico, impactando resposta inflamatória, saúde cardiovascular, cognição, pele e metabolismo.

Álcool — ADH1B, ALDH2

Podem favorecer metabolização rápida do álcool e menor eliminação do acetaldeído, aumentando sua toxicidade — rubor facial, náuseas, palpitações, taquicardia, cefaleia e mal-estar após o consumo.

Cafeína — CYP1A2, ADORA2A

Influenciam a velocidade de metabolização da cafeína e a sensibilidade aos seus efeitos. Perfis rápidos tendem a tolerar melhor, com efeitos menos duradouros e menor impacto em ansiedade ou sono.

Glúten — HLA-DQ2, HLA-DQ8

Marcadores de predisposição genética (não confirmam diagnóstico). Diante de sintomas persistentes, anemia, fadiga ou perda de peso, recomenda-se avaliação médica e exames para investigar doença celíaca ou sensibilidade ao glúten.

Lactose — MCM6

Alterações no gene MCM6 podem indicar predisposição à não persistência da lactase e maior risco de intolerância à lactose na vida adulta — dor abdominal, gases, distensão, náuseas e diarreia após leite e derivados.

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Entenda onde e como realizar o teste

Passo 1

Escolha o teste ideal para você e faça a compra online para receber o kit em casa.

Passo 2

Faça a coleta de células bucais de forma rápida, fácil, indolor e no conforto da sua casa com um swab (cotonete).

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Passo 3

Receba seu laudo 100% digital em 21 dias após a chegada da amostra ao laboratório.

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