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Exame Farmacogenético para Sistema Nervoso Central

Descrição Rápida:

O exame GnTech - Sistema Nervoso Central é dirigido às pessoas que foram diagnosticadas com alguma das doenças abaixo:

  • Depressão
  • TDAH
  • Transtorno Bipolar
  • Transtornos de Ansiedade
  • Síndrome do Pânico
  • Transtorno de Estresse Pós-Traumático
  • Esquizofrenia 

    O  exame GnTech - Sistema Nervoso Central entrega um painel farmacogenético que analisa  seus genes, informando como seu corpo reage aos medicamentos usados em seu tratamento.


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    Preço: R$3.980,00

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    Informação Adicional

    Cerca de 50% dos pacientes que iniciam um tratamento medicamentoso acabam não tendo resultados eficazes no curto prazo ou tendo algum tipo de reação prejudicial à sua saúde. Nosso teste permite maior eficácia e assertividade dos tratamentos, por relacionar a genética de cada pessoa a ação dos medicamentos no organismo.

    Analisamos 73 medicamentos* e 18 genes individuais. O resultado desta análise mostra quais medicamentos são os mais indicados para o uso de cada pessoa, os que não devem surtir o efeito esperado, assim como quais devem ter suas doses alteradas e serem  usados com atenção

    Importante: o acompanhamento médico é de extrema importância, pois é o médico que vai determinar o tratamento mais adequado para o seu caso após o diagnóstico ou após a avaliação do seu histórico clínico  e genético. Caso você ainda não esteja sendo acompanhado por um médico especialista, nós podemos indicar alguns profissionais que já trabalham com nosso teste.

     

    *Lista dos medicamentos analisados:

    • Antidepressivos: Agomelatina, Amitriptilina, Bupropiona, Citalopram, Clomipramina, Desipramina, Desvenlafaxina, Doxepina, Duloxetina, Escitalopram, Flufenazina, Fluoxetina, Fluvoxamina, Imipramina, Levomilnacipran, Milnacipran, Mirtazapina, Nortriptilina, Paroxetina, Protriptilina, Selegilina, Sertralina, Trazodona, Trimipramina, Venlafaxina, Vilazodona, Vortioxetina.
    • Antipsicóticos: Aripiprazol, Asenapina, Clozapina, Haloperidol, Lurasidona, Olanzapina, Paliperidona, Perfenazina, Pimozida, Quetiapina, Risperidona, Tioridazina, Tiotixeno, Ziprasidona, Zuclopentixol.
    • Ansiolíticos/Anticonvulsivantes: Ácido Valproico, Alprazolam, Carmazepina, Clobazam, Diazepam, Eszopiclona, Fenitoína, Iloperidona, Lamotrigina*, Midalozan.
    • Psicoestimulantes: AnfetaminaAtomoxetinaDesmetilfenidatoDextroanfetaminaLisdexanfetaminaMetilfenidato.
    • Analgésicos/Opioides: CarisoprodolCelecoxibe, Codeína, Fentanil, FlurbiprofenoHidrocodona, Metadona, Oxicodona, Tramadol.
    • Estabilizador de Humor: Lítio*.
    • Outros: Clonidina, Guanfacina, Galantamina, Naloxona, Naltrexona.

     

    Detalhes

    Atualmente, no campo da saúde comportamental, a seleção e dosagem dos medicamentos baseiam-se, geralmente, na “tentativa e erro”.
    A quantidade de drogas disponíveis é imensa e os pacientes possuem altíssima variabilidade de resposta.
    Desta forma, as doses são iniciadas em baixos níveis e são aumentadas gradativamente até que o resultado seja observado. Esta abordagem, impulsionada pela necessidade de evitar os efeitos adversos, aumenta o tempo em que os pacientes continuam a apresentaando os sintomas das doenças.

    O Teste Farmacogenético ajuda a reduzir o tempo entre a prescrição e o efeito clínico desejado.
    Isso porque o médico terá a informação de quais medicamentos agem normalmente no paciente, quais vão precisar de ajustes de doses e quais possuem maiores chances de efeitos colaterais.

    Em geral, todos os pacientes que iniciarão um tratamento ou estão com dificuldades podem se beneficiar do Teste Farmacogenético.

    São fortes candidatos para o teste:
    . Pacientes considerados resistentes ao tratamento, por não terem tido experiências bem sucedidas com pelo menos um medicamento antidepressivo ou antipsicótico,
    . Pacientes sensíveis a mudanças na medicação ou a ajustes de dose no passado.

    O DNA genômico é isolado e as regiões relevantes são genotipadas. Variantes nos seguintes genes são avaliadas: CYP1A2, CYP2C19, CYP2C9, CYP2D6, CYP3A4, CYP3A5, HTR2A, CYP2B6, HTR1A, GRIK4, OPRM1, COMT, ADRA2A, FKBP5, ANKK1, SLC6A4, DRD2 e ABCB1.

    O DNA genômico é submetido à técnica de PCR com o kit TruSeq Custom (Illumina, EUA) para a construção das bibliotecas que, em seguida, são sequenciadas utilizando a metodologia de finais pareados no aparelho Miseq (Illumina). A chamada e o mapeamento das variantes são realizados utilizando o alinhamento pelo TruSeq Amplicon e Enrichment no Base Space, da Illumina. As regiões alvo foram avaliadas quanto à profundidade média de valores de limiar de cobertura e da qualidade dos dados. O teste detecta 100% das variantes de substituição de nucleotídeo (SNVs) (95%CI=82–100) e 95% das pequenas inserções ou deleções (95%CI=98.5–100). 

    As informações contidas no laudo são fornecidas como um serviço e não constituem um conselho médico. O médico sempre deverá ser consultado, pois os testes genéticos são uma ferramenta auxiliar à confirmação diagnóstica e definição do tratamento terapêutico.

    Os conselhos médicos devem ser adaptados às circunstâncias específicas e histórico clínico de cada caso. O profissional de saúde tem a responsabilidade final pelas decisões de tratamento realizadas em relação ao paciente, incluindo as decisões baseadas no genótipo do paciente. 

    As interpretações contidas no laudo são baseadas em dados disponíveis na literatura científica. As informações são consideradas atuais e baseadas em pesquisas publicadas atualizadas periodicamente. Entretanto, os dados de pesquisas evoluem e podem sofrer alterações. "OS DADOS SÃO PROVIDENCIADOS “COMO SÃO”, SEM GARANTIAS DE NENHUM TIPO, EXPRESSAS OU IMPLÍCITAS, INCLUINDO SEM LIMITAÇÃO AS GARANTIAS IMPLÍCITAS DE COMERCIALIZAÇÃO E CONVENIÊNCIAS PARA UMA PROPOSTA EM PARTICULAR.

    Informação Adicional






     

     

    Informação Adicional

    1) Quais pacientes são candidatos para o teste?

    Em geral, todos os pacientes que usam ou pretendem usar antidepressivos e antipsicóticos (medicamentos controlados) podem se beneficiar com o nosso teste, uma vez que ele ajuda a entender qual droga tem um risco maior de resultar efeitos adversos ou ineficácia, para cada paciente, com base em seu perfil genético. São fortes candidatos para o teste os pacientes considerados resistentes ao tratamento, ou seja, aqueles que não tiveram experiências bem sucedidas com pelo menos um medicamento antidepressivo ou antipsicótico, bem como pacientes sensíveis a mudanças na medicação ou a ajustes de dose.

    2) Meu plano de saúde cobre o exame?

    Consulte seu plano de saúde sobre as coberturas oferecidas.

    3) Quais medicações são testadas neste teste?

    • Antidepressivos: Agomelatina, Amitriptilina, Bupropiona, Citalopram, Clomipramina, Desipramina, Desvenlafaxina, Doxepina, Duloxetina, Escitalopram, Flufenazina, Fluoxetina, Fluvoxamina, Imipramina, Levomilnacipran, Milnacipran, Mirtazapina, Nortriptilina, Paroxetina, Protriptilina, Selegilina, Sertralina, Trazodona, Trimipramina, Venlafaxina, Vilazodona, Vortioxetina.
    • Antipsicóticos: Aripiprazol, Asenapina, Clozapina, Haloperidol, Lurasidona, Olanzapina, Paliperidona, Perfenazina, Pimozida, Quetiapina, Risperidona, Tioridazina, Tiotixeno, Ziprasidona, Zuclopentixol.
    • Ansiolíticos/Anticonvulsivantes: Ácido Valproico, Alprazolam, Carmazepina, Clobazam, Diazepam, Eszopiclona, Fenitoína, Iloperidona, Lamotrigina*, Midalozan.
    • Analgésicos/Opioides: Carisoprodol, Celecoxibe, Codeína, Fentanil, Flurbiprofeno, Hidrocodona, Metadona, Oxicodona, Tramadol.
    • Psicoestimulantes: Anfetamina, Atomoxetina, Desmetilfenidato, Dextroanfetamina, Lisdexanfetamina, Metilfenidato.
    • Não estimulantes do SNC: Clonidina, Guanfacina.
    • Inibidor da Acetilcolinesterase: Galantamina.
    • Antagonistas de Opioides: Naloxona, Naltrexona.
    • Estabilizador de Humor: Lítio*.

    *Medicamento avaliado em serviço adicional ao Teste Farmacogenético.

    4) O que significa medicina ‘personalizada’ ou ‘individualizada’?

    Medicina ‘personalizada’ ou ‘individualizada’ é a medicina praticada com base nas características genéticas de cada indivíduo; refere-se à utilização de testes, tais como os que a GnTech realiza, para determinar quais conjuntos de genes e interações genéticas podem ser confiavelmente utilizados para predizer a resposta provável de um paciente às terapias medicamentosas ou a probabilidade de recorrência de uma doença

    5) O que é farmacogenômica?

    Diferenças genéticas de uma pessoa para outra afetam atributos físicos tais como altura ou cor dos olhos. Algumas diferenças genéticas também podem afetar a habilidade de uma pessoa em responder a medicações, tanto em relação a sua eficácia quanto em relação a ocorrência de efeitos colaterais. O campo da farmacogenômica explica como indivíduos respondem diferentemente a certas drogas devido a variações em suas características genéticas. Farmacogenômica é a medida da composição genética única de uma pessoa e como essa composição pode predizer sua habilidade pessoal em metabolizar e responder a medicações.

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    Comentários do Cliente

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    Devo admitir que esse exame solidificou meu tratamento médico e, inclusive, minha relação paciente/médico.
    Por [C.B, 45 anos]
    13 de novembro de 2016 22:48:13 BRST
    Atendimento
    5/5
    Preço
    5/5
    Qualidade
    5/5

    Iniciei meu tratamento psiquiátrico imaginando que, após o diagnóstico, meus problemas estariam resolvidos e minha vida tornar-se-ia mais "leve", em razão do medicamento que viesse a ser prescrito. Afinal, há tantas drogas existentes no mercado farmacêutico; por que qualquer delas não seria suficiente para mim? Foi pensando assim, que passei a tomar Pristiq®, inicialmente em dosagem mínima, que foi aumentada até o máximo indicado em protocolo. Posteriormente, meu médico acrescentou, ao tratamento, a bupropiona. Nunca havia imaginado que um remédio psiquiátrico pudesse causar tamanha confusão em meus pensamentos. Essa substância me fez "sair da casinha". As pessoas do meu convívio repararam que eu estava diferente, com a "língua solta" e muito agitada. Estava literalmente me expondo de uma maneira nada agradável. Logicamente, a recomendação médica foi sustar a bupropiona. Essa experiência deixou-me decepcionada com o tratamento e insegura para tentativas com outros remédios. A depressão tomou conta mais uma vez e acabei abandonando o tratamento por alguns meses. Quando retornei, meu médico disse-me que havia um teste de DNA que ajudaria na indicação do melhor medicamento para o meu caso. Decidi fazer porque acreditei na possibilidade de individualizar o tratamento e, dessa forma, apostar em medicamentos, cujos efeitos colaterais não se tornariam verdadeiros episódios vexatórios. O resultado foi fantástico. Assegurou que o Pristiq® é um excelente remédio para mim e, por outro lado, demonstrou que a bupropiona não é indicada, uma vez que os efeitos colaterais são potencializados. O exame apontou e a experiência depois confirmou que, o segundo antidepressivo que bem se adapta é o Lexapro®, o qual, associado ao Pristiq®, tem me trazido a tão almejada qualidade de vida. Fico extremamente feliz por ter feito o exame e o faria novamente caso necessário. O resultado trouxe segurança a mim e ao meu marido, pois sabíamos que a individualização do tratamento é a forma mais adequada de alcançar os efeitos desejados em menor tempo. Além disso, o exame facilita a escolha dentre os melhores medicamentos, considerando os efeitos colaterais em potencial; facilita, também, na busca da dosagem mais acertada, tendo em vista algumas interações medicamentosas, o que foi importante para mim, já que, no meu caso, a dosagem do Pristiq® é menor quando associado à losartana potássica (remédio para pressão). Devo admitir que esse exame solidificou meu tratamento médico e, inclusive, minha relação paciente/médico. Sinto-me mais segura e meu marido sentiu a diferença em mim.

    Foi então que soubemos que já estavam disponíveis testes, com mapeamento genético, que apontam qual o medicamento mais indicado para o genótipo da pessoa.
    Por E.R.R.B. mãe de L.R.B.
    27 de junho de 2016 21:41:02 BRT
    Atendimento
    5/5
    Preço
    5/5
    Qualidade
    5/5

    Nosso filho de 8 anos, diagnosticado com TDAH e já medicado com Venvance® 30mg, vinha apresentando crescente comportamento agressivo. A psiquiatra e psicoterapeuta, que o acompanha desde os 3 anos de idade, indicou um outro medicamento, um psicotrópico chamado Risperdal®. Nós, que já tínhamos nossas dúvidas quanto à medicação para TDAH, não ficamos nada confortáveis em introduzir mais uma medicação numa criança pequena. Foi então que soubemos que já estavam disponíveis testes, com mapeamento genético, que apontam qual o medicamento mais indicado para o genótipo da pessoa. Após realizar dois desses testes (Antidepressivos e TDAH), ficamos muito mais confiantes com relação aos medicamentos prescritos. E, uma vez estabilizada a medicação, enfim pudemos focar apenas nas intervenções de comportamento e os resultados têm sido maravilhosos!

    Comecei a tomar o antidepressivo indicado no teste e eu estou muito feliz com o resultado!
    Por [K.C.V, 34 anos]
    18 de março de 2016 21:46:52 BRT
    Atendimento
    5/5
    Preço
    5/5
    Qualidade
    5/5

    Depois da perda de uma pessoa muito importante, minha vida perdeu o rumo, nada mais tinha graça, me distanciei dos meus amigos, parei com a faculdade e tive que começar um tratamento psiquiátrico. Foi muito difícil, comecei a tomar antidepressivo e sofri muito com alguns efeitos colaterais durante sete anos de tratamento. Até então eu não queria mudar de remédio com medo dos efeitos colaterais e de ter uma recaída, até que o meu médico veio com a novidade de um Teste de DNA que indicava o antidepressivo mais apropriado para o meu caso e eu resolvi fazê-lo. O exame é muito simples, fiquei muito ansiosa com o resultado. Descobrimos que eu não estava tomando o medicamento mais apropriado para mim e então parei de toma-lo. Comecei a tomar o antidepressivo indicado no teste e eu estou muito feliz com o resultado! Melhorei ainda mais e não estou sentindo os mesmos efeitos colaterais.

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